Pilates fortalece pernas sem lesão articular

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Os membros inferiores – coxas e pernas – são as plataformas do ser humano fixas e móveis capaz de gerar um dos processos mais complexos que se chama marcha. Ela também é alvo de uma estética muito almejada por homens e mulheres. A força dos músculos das coxas e pernas e os movimentos articulares do quadril e joelhos é o que gera a dinâmica da marcha.

Contudo essas pernas e coxas mostram a beleza seja da mulher ou do homem quando seus músculos são fortes e definidos. Os principais músculos desse pêndulo inferior são o glúteo máximo, que é um estabilizador indireto do quadril, quadríceps.

Já os músculos que definem a coxa são os ísquios tibiais, músculo que interfere também na estabilidade da coluna vertebral e panturrilha que define as pernas. Então, esses músculos deverão ser trabalhados de forma que fortaleçam-se sem que haja sobrecarga nas articulações do quadril e do joelho e também sem nenhuma repercussão danosa na coluna vertebral.

Vários métodos se propõem a definir e fortalecer esses músculos, contudo alguns deles geram sobrecarga articular, por trabalhar esses músculos com cargas excessivas e com cadeia sinética aberta.

O objetivo do pilates é respeitar a biomecânica articular do quadril, joelho e tornozelo durante o processo de fortalecimento e de hipertrofia organizada, por meio de exercícios de cadeia sinética fechada.

O pilates trabalha em cadeia sinética fechada diminuindo a sobrecarga tri-articular do membro inferior, gerando recrutamento muscular submáximo com menor descarga intra-articular. Dessa forma, mantém-se as estruturas intra-articular do quadril, joelho e tornozelo respeitando os movimentos atro e osteossinemáticos.

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